Hashes/Cripto
Checksum Verifier
Verifique a integridade de um arquivo ou texto — cole o hash esperado e a ferramenta detectará o algoritmo entre os 13 suportados.
Hashes calculados
Sites publish a checksum next to a download so users can confirm the file arrived intact and hasn't been tampered with. This tool hashes your file and compares it against the expected value, detecting the algorithm automatically.
How to use it
- Pick a file or paste text, then paste the expected hash published by the source.
- The tool auto-detects the algorithm from the hash's length among the 13 it supports (MD5, SHA-1, SHA-256, and others) and shows whether the result matches.
- If the algorithm is known ahead of time, you can select it manually for a more precise check.
Common uses
- Verifying an ISO image or installer after downloading it, before burning it to media.
- Confirming an archive of important data survived a network transfer intact.
- Cross-checking a package manager's checksum against the one the developer published.
Things to keep in mind
A checksum check protects against accidental corruption and confirms file integrity, but it doesn't guarantee the original itself wasn't compromised at the source — that requires a digital signature.
If the checksum doesn't match, re-download the file first: the most common cause is corruption in transit, not tampering.
Artigo sobre esta ferramenta: Checksum Verifier: como verificar que um arquivo não está corrompido
Perguntas frequentes
Como sei qual hash colar no campo "Hash esperado"?
Use o hash publicado pelo site ou repositório de onde baixou o arquivo (geralmente ao lado do link de download). A ferramenta detecta automaticamente o algoritmo entre os 13 suportados e compara com o valor calculado localmente.
A comparação diferencia maiúsculas de minúsculas?
Não. Hashes em hexadecimal são comparados de forma case-insensitive, então "A1B2..." e "a1b2..." são considerados equivalentes.
Um checksum correto garante que o arquivo é autêntico e seguro?
Não — ele só confirma que o arquivo não foi corrompido ou alterado em relação ao que gerou aquele hash. Para garantir autenticidade (que veio realmente do autor), é necessário verificar uma assinatura digital, não apenas um checksum.
Por que às vezes se usa CRC32 em vez de SHA-256 para checksums?
O CRC32 é muito mais rápido, mas é facilmente falsificável de propósito — aceitável para detectar corrupção acidental durante a transferência (compactadores, protocolos de rede), mas inadequado como proteção contra um atacante que deseja substituir o arquivo de forma imperceptível.
O que fazer se o checksum não corresponder?
Primeiro, baixe o arquivo novamente — a causa mais comum de divergência é corrupção durante a transferência. Se, após baixar novamente, a soma ainda não corresponder, não use o arquivo: talvez a fonte tenha atualizado o arquivo sem atualizar o checksum publicado, ou o arquivo foi adulterado.